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População continua a aumentar em Portugal apenas devido à imigração


Data:  29-12-2010     Fonte:  Jornal de Negócios



  Envelhecimento da população e menos nascimentos estão a levar a uma redução da população, que só é contrariada pelo aumento dos imigrantes. A população residente em Portugal cresceu 0,1%, em 2009 quando comparado com igual período do ano anterior. O que corresponde a um aumento de 10.463 indivíduos, revela o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Esta evolução só foi conseguida devido a um acréscimo do número de imigrantes, já que o crescimento natural da população foi negativo, adianta a mesma fonte.

O número de nascimento também está a diminuir, tendo nascido 99.491 crianças em Portugal, no ano em análise, o que compara com os 104.594 registados em 2008. Em média, cada mulher teve 1,32 crianças, quando, em 2008 esta média era de 1,37.

O número de filhos por casal também continua em queda. "A proporção de famílias com um filho aumenta, passando de 31,3%, em 2008, para 32,2%, em detrimento das famílias com dois e três filhos, que perderam respectivamente, 0,7 e 0,2 pontos percentuais", adianta a mesma fonte, que acrescenta que o número de casamentos está igualmente a cair.

A idade em que as mulheres têm filhos está por seu turno a aumentar. A idade média do primeiro filho é de 28,6 anos, quando em 2008 era de 27,4 anos.

Índice de envelhecimento ascende a 118

Outra característica que tem sido constante nos últimos anos é o envelhecimento da população. "A proporção de população com idade inferior ou igual a 64 anos diminui de 83,2% para 82,1%. Por outro lado, o índice de envelhecimento passou de 107 para 118", adianta o INE.

As previsões para 2010-2060 apontam para uma "continuação do envelhecimento da população e, por outro, uma baixa no índice de renovação da população em idade activa até 2040, iniciando-se a partir daí alguma recuperação".

2009 foi ainda marcado por um aumento da taxa de desemprego e por um aumento da taxa bruta de escolarização na educação pré-escolar, no ensino básico, 2º e 3º ciclos e no ensino secundário, bem como a redução do abandono escolar.

O recurso às tecnologias também continua a crescer, enquanto em termos de condições de vida se verificou um aumento do endividamento das famílias.

Endividamento das famílias supera os 137%

Num período marcado pelo aumento do desemprego, o endividamento das famílias aumentou.

O INE revela que "o endividamento dos particulares, em percentagem do rendimento disponível, passou de 106,1% para 137,7%", num ano em que a taxa de poupança também cresceu.


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